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30/10/2018

Consórcio informal: 3 motivos para não entrar nessa!

Participar de um consórcio é uma boa alternativa para comprar um carro sem pagar juros, à vista, mas dividindo o pagamento como se faz em um financiamento. Nele, você recebe logo o seu veículo e, enquanto seu valor se deprecia, ainda está pagando o financiamento.

No consórcio, você só recebe o carro quando for sorteado ou der o maior lance (raramente, você terá que esperar o fim do consórcio). Claro que, mesmo que você receba a carta de crédito logo nos primeiros meses, deverá continuar pagando.

A atratividade desse modelo de negócio faz com que muitas pessoas o procurem para comprar veículos, imóveis e outros bens. Por outro lado, existem também consórcios informais que podem ser atrativos, mas podem gerar grandes prejuízos também.

Neste post, entenda 3 motivos que comprovam que não vale a pena participar de um consórcio informal. Acompanhe!

1. Não há garantias

consórcio informal é, geralmente, formado por pessoas que podem ou não se conhecer e alimentam, em comum, o desejo de comprar um bem específico. Às vezes, são familiares que organizam o consórcio ou um grupo de amigos ou colegas. Pode também ser organizado por uma falsa administradora que, sem autorização do Banco Central, promove consórcios para captar dinheiro.

O problema em consórcios assim é que não existem garantias para os participantes. Não há a figura de uma pessoa jurídica devidamente autorizada para administrar o dinheiro e responder perante a Justiça, caso seja necessário.

Isso quer dizer que os responsáveis pela administração do dinheiro podem simplesmente desaparecer com ele sem maiores explicações. Esse é um fato bastante comum quando o grupo é formado por pessoas que mal se conhecem.

Outra ação que pode acontecer é um membro, depois que foi contemplado e já comprou seu carro, recusar-se a continuar pagando o consórcio (fato que prejudicará todos os outros membros).

Um consórcio informal não tem garantias jurídicas e ninguém pode coagir outro a fazer determinada coisa (não de uma forma legal). Para reaver o dinheiro roubado, a situação é muito difícil, pois não existe embasamento jurídico para isso. Sem falar que todos são, de certa forma, culpados, pois aceitam em participar de um consórcio irregular.

2. Maior chance de inadimplência

Como já falamos, em consórcios informais não existe uma forma legal de penalizar um participante inadimplente. Pode-se excluí-lo de sorteios e lances, ou até excluí-lo do grupo, mas como ficarão os outros participantes?

Às vezes, para compensar a falta de dinheiro, aumenta-se o valor das parcelas e/ou o prazo do consórcio. A verdade é que, diante de uma situação desfavorável, alguns poderão simplesmente desistir. E haverá, enfim, prejuízos para a maioria.

A inadimplência também é comum em consórcios formais, mas existem meios legais para contornar essa situação e evitar que os consorciados pontuais sejam prejudicados. Em muitos consórcios, existe o fundo de reserva e alguns cobram seguro também.

Caso um consorciado contemplado que já comprou seu carro se recuse a pagar as parcelas que faltam, a administradora tem direito, perante a Justiça, de tomar o bem que já foi comprado.

3. A administração em consórcio informal pode ser amadora

Em um consórcio legal, a administradora organiza tudo: as assembleias (para lances e sorteios), a gestão do dinheiro, a entrega da carta de crédito, os reajustes, a abertura de contas-poupanças, etc.

Já em um consórcio informal, nem sempre os administradores contam com know-how suficiente para gerir o negócio e levá-lo adiante. Mesmo que sejam bem-intencionados, podem não ser suficientemente hábeis para coordenar as atividades de um consórcio. Assim, as consequências podem ser prejudiciais para todos.